“— Idiota!
— Eu sei.
— Também sabe que eu te odeio, né?
— Sei.
— Sabe?
— Sei que sou um completo idiota e que vivo te fazendo chorar, mas também sei que te faço bem. Sei que sou capaz de despertar o seu ódio e o seu amor ao mesmo tempo.
— Foi o que ele disse sem pestanejar, como se o mundo inteiro tivesse conhecimento daquilo. E eu tive que ficar em silêncio. Pelo simples fato daquele filho da mãe estar certo. Completamente certo.


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